Meu professor de Análise Sintática
( Paulo Leminski)
Meu professor de Análise Sintática era do tipo do
[sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto
[adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessiva como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
As interjeições do bigode declinava partículas
[expletivas,
conectivos e agentes da passiva , o tempo todo.
Um dia , matei-o com um objeto direto na cabeça
Isso é o que chamo de um texto criativo.Adoreeei!
ResponderExcluirADOREI O TEXTO!!!
ResponderExcluirEi, Rozângela.
ResponderExcluirLindo o visual de seu blog. Elegante e diferente.
O conteúdo também está bem legal,embora vc não tenha feito os posts por mim solicitados.
abç
Else